DESTAQUE

Wesley Safadão, João Gomes, Alceu Valença, Xand Avião, Zé Vaqueiro, Raphaela Santos, Priscila Senna, são algumas das atrações da Virada Recife 2026

 Sem custos de cachês para o município, a previsão é que o Recife tenha, no réveillon deste ano, um recorde de público recebendo, inclusive,...

terça-feira, 2 de junho de 2026

Quem são os santos do ciclo junino?



 Santo Antonio - 13 de junho

Nasceu aproximadamente em 1195 em Lisboa, foi cônego de santo Agostinho por dois anos e depois tornou-se frade franciscano. Faleceu em 13 de junho de 1231, aos 36 anos e foi canonizado no Pentecostes do ano seguinte pelo papa Gregório IX NA Catedral de Spoleto. Em 1946, Pio XII o declarou doutor Evangélico. 

São João Batista - 24 de junho

Parente, profeta e precursor de Jesus, são João Batista foi heróico até o martírio, foi humilde ao ponto de pôr-se em segundo plano (jo, 3,30): “É necessário que Ele cresça e que eu diminua”. Foi São João quem indicou o cordeiro do nosso resgate e depois foi ele mesmo quem batizou Jesus Cristo nas águas do rio Jordão.

São Pedro - 29 de junho

Seu nome judaico era Simão, foi pescador de peixes até que Jesus o chamou para ser pescador de almas e apóstolo. Morreu crucificado de cabeça para baixo, conforme o costume romano de crucificar os escravos, mortirizado por volta no ano 67 na colina do Vaticano onde foi construída a Basílica Constantiniana. 

São Paulo Apóstolo - 29 de junho

Saulo nasceu na Cilícia e foi fariseu convertido ao cristianismo aproximada-mente no ano 31. Mudou-se de perseguidor dos cristãos para fiel servidor de Jesus, fundando e animando comunidades e escrevendo cartas. Por amor a Jesus, foi decapitado pelos romanos no ano 67, como atesta Tertuliano.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

João Lacerda e Novinho da Paraíba homenageiam a Paraíba com música



 Os cantores paraibanos João Lacerda e Novinho da Paraíba acabaram de lançar a música “Paraíba Joia Rara” de composição de Ton Oliveira. A música está disponível em todas as plataformas para toda nação forrozeira.  

 

Letra:

Aqui o sol nasce primeiro

E tão desinibido

E a lua exibe um estrelado

Com tanta beleza

Que até o algodão se empolga

E já vem colorido

Exibições inexplicáveis

Da mãe natureza

 

Aqui até os dinossauros

Fizeram morada

E a gente pode ao som

De jackson pandeirear

Ouvir a voz que na bandeira

Ficou estampada

Dar frutos

Que o tempo e a história

Não vão apagar

 

Eu sou da Paraíba, é meu esse lugar

A cara desse povo tem a minha cara

Encanto de beleza que me faz sonhar

Lugar tão lindo assim pra mim, é joia rara

 

Que bom estar no ponto mais oriental

Astrologicamente ser um ariano

Rimar como um Augusto tão angelical

Eu sou muito feliz

Eu sou paraibano

 

Créditos: 

Arranjos e Produção: Josivan Maximinize Produções @maximizenaturestudios em Petrolina Pernambuco 

Mixado e masterizado no Audio Brasil Estudio @audiobrasilestudio - José Claudeir @claudeir10 em Monteiro na Paraíba 

 

Músicos: 

BAIXISTA: MAURO OLIVEIRA

BATERISTA E PRODUTOR: GARGAMEL

GUITARRISTA: IGOR NOGUEIRA

ZABUMBEIRO E TRIÂNGULO: PAULO HENRIQUE @ph.Lucas 

SANFONEIRO: RANIEL SOUSA @ranielacordeon

BACK VOCAL: ALYSSON PETER) @alyssonpeter E ANGELA LUZ) @angelaluz

 

#music #paraiba #paraibajoiarara #joaolacerda #novinhodaparaiba

Entrevista com George



 Como partiu a ideia de se apresentar com sua boneca, conte para gente como foi o início? 

George Lira: Surgiu depois que eu fui pro baile Municipal do Recife, e percebi a curiosidade do público, pensei: “Tenho que levar ela pra rua!” 

 

Você teve alguma influência, para desenvolver esta arte popular?

Sim, quando fui a casa de um amigo que tinha uma outra boneca (Érica), em Enseada dos Corais, pedi para dançar com ela e decidi que eu tinha que ter uma, foi quando me apaixonei.

 

Quem cria a boneca com a qual você dança é você mesmo?

Não, é o Mestre Miro de Carpina.

 

Quais as características da boneca? Tem que ser leve e solta...

Sim, quanto mais leve, mais fácil de segurar, e quanto mais solta, melhor o resultado na dança.

 

O artista tem que ser, fundamentalmente, um bom dançarino?

 Sim, esse é o segredo, a boneca cria vida, se torna a outra, a parceira perfeita, dependendo de quem a conduzir.

 

Existe algum ritmo mais apropriado para a dança? 

Não, todo ritmo que pode ser dançado junto, a dois, no chamego, pode ser dançado com Karolina, mas quando toca o Rei do Baião, o bicho pega, a magia começa.

 

Onde você se apresenta com mais assiduidade? 

No Recife Antigo, em Porto de Galinhas, em bares, mercados públicos, onde tem gente e música, eu levo Karolina.

 

Quem mais gosta do espetáculo: crianças ou adultos?

Crianças e Adultos, quem realmente gosta de cultura popular se encanta com ela e ama o espetáculo.

 

Você faz eventos particulares? Como fazemos para lhe contratar para apresentações

Sim, meu contato pode ser pelo e-mail gfl31__@hotmail.com, ou pelo telefone (81) 9.83370732.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Entrevista com Joaquim Antônio, vocalista e sanfoneiro da banda Casaca de Couro


 

Como Surgiu a banda Casaca de Couro? 

 A Casaca de Couro surgiu no início de 1998 no intuito de interpretar as músicas de Jackson do Pandeiro e fazer pesquisa dos ritmos que compõe a nossa música regional. Daí o nome Casaca de Couro em homenagem à música de Rui de Morais imortalizada na voz de Jackson.

No início éramos um quarteto de forró (acordeon, violão/viola, zabumba e triângulo) e logo em seguida fomos convidados para participar de espetáculos teatrais e eventos em Sergipe.

 

Qual a formação da banda? 

A banda é composta de 13 profissionais, sendo Joaquim Antonio (acordeon/voz), Edilson Santos (Zabumba), Jéssica (triângulo/voz), Lizete Feitosa (Voz), Dana Estavo (Voz), Eduardo Monte Santo (Violino), Kelvin Jeninsson (Baixo/Direção Musical), Bluesevi (Guitarra/cavaco), Odílio Saminêz (Bateria) e mais quatro profissionais que compõem o grupo de dança da Casaca de Couro sob a coordenação de Cristiane Anjos.

 

Quais artistas forrozeiros você tem como referência?

Todos os grandes forrozeiros que compõem a nossa aquarela brasileira... Mestre Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Sivuca, Genival Lacerda, Trio Nordestino e tantos outros mestres brasileiros. Também nos inspiramos nos grupos folclóricos.

 

Em Sergipe, a banda foi eleita como a melhor banda de forró pé de serra. Como vocês se sente com o reconhecimento do público?

Muito honrados por recebermos prêmios e o grande carinho do público. A Casaca de Couro procura ser fiel ao verdadeiro forró pé-de-serra com investimentos em figurinos, arranjos e muita música brasileira de qualidade.

 

Joaquim, Você é cantor sanfoneiro e compositor. Se inspira em algum ídolo para desempenhar esse trabalho?

A grande inspiração vem do dia-a-dia do povo com as suas saudades, amores, danças, brincadeiras e luta. Esta é a mesma linha dos grandes mestres compositores que acabei de mencionar.

 

A banda só toca músicas próprias, ou também de outros artistas? Quais?

A Banda Casaca de Couro não toca apenas músicas autorais. O repertório da Casaca de Couro é pautado em músicas que são executadas em todo Brasil, que são selecionadas com muito carinho e atenção à cultura brasileira. Em nossos shows incluímos músicas de autores desconhecidos, grandes parceiros, como clássicos do forró brasileiro... esta mistura ajuda a tornar as músicas conhecidas do nosso público. 

 

Quais são as novidades que os fãs podem esperar?

Estamos preparando um dos maiores trabalhos da história da Casaca de Couro. Sob a direção de Kelvin Jenisson, a Casaca está na pré-produção do seu mais novo CD que vem com grandes composições autorais e de parceiros brasileiros como Alexandre Pé-de-Serra (Pb), Nerilson Buscapé (Pe), Wilson Aragão (Ba) e Bule Bule (Ba). Este trabalho vem coroar os 15 anos de vida forrozeira da nossa CASACA DE COURO.

 

Deixe aqui uma mensagem para os fãs que acompanha a Casaca de Couro e considerações finais.  

Nós queremos agradecer o carinho que os fãs da CASACA DE COURO tem tido conosco em nossos shows pelo Brasil. Nas redes sociais e mails, os fãs têm manifestado o carinho e pedido músicas para serem incluídas em nosso repertório, assim como muitos têm nos indicado para os eventos em suas cidades. 

A Casaca trabalha com muito carinho e responsabilidade por saber da importância que todas estas pessoas tem em nossa vida.

A todos vocês um grande abraço e saibam que este novo trabalho está sendo produzido com a qualidade CASACA DE COURO de fazer forró pé-de-serra de qualidade.

Grande abraço

Joaquim Antonio 

 

Site Oficial: http://casacadecouro.com.br/

 

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Alceu Valença lança canção junina

 Entre as músicas de cunho junino lançadas este ano uma se destaca pela categoria do seu autor: Alceu Valença. Ele acaba de lançar “Meu Querido São João”, musica gravada pelo consagrado artista pernambucano com a participação de um de seus filhos – Juliano Valença, mais conhecido como Juba. A musica faz parte da trilha sonora do filme “A Luneta do Tempo”, dirigido pelo próprio Alceu.

Pequena alteração foi feita na letra original, mas a canção já começa a ser apreciada em edição da Deck.  

A parte instrumental da faixa foi formatada no estúdio Somax, no Recife (PE), com os toques dos músicos André Julião (sanfona), Cassio Cunha (bateria), Nando Barreto (baixo), Quartinha (zabumba), Tovinho (teclados e direção musical) e Zi Ferreira (guitarra).

quinta-feira, 14 de maio de 2026

André Lins lança novo single para o São João na pegada romântica

 Artista regravou a música convite de casamento no ritmo do forró e aposta no romantismo para o período junino.

O cantor André Lins lança novo single nas plataformas digitais. A música “Convite de Casamento” é uma regravação no ritmo do forró, aposta do artista pernambucano para o São João 2023. O clipe da música está disponível no canal do youtube e promete colocar o público para dançar muito um forrozinho romântico.   

Com quase 20 anos de carreira, André Lins é cantor e compositor que valoriza a cultura Pernambucana, o forró, mas que gosta de cantar o que o público gosta de ouvir. Portanto, tem no repertório uma musicalidade voltada para animar as festas que vem por aí e que o artista já está se preparando a todo vapor.   

André sempre teve o forró tradicional e as influências de grandes nomes como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e  Petrucio Amorim, carregando sempre os costumes da terra. Mas entende que o cenário vai modificando e que apesar de manter originalidade, autenticidade no trabalho, a maturidade musical do artista fez com que se abrisse para o novo também e construísse uma proposta ainda mais rica ao estilo musical.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Entrevista com Quinteto Sala de Reboco

 Como surgiu o Quinteto Sala de Reboco?

Surgiu quase que igual com a Sala de Reboco. O primeiro nome era TRIO PÈ DE SERRA depois QUINTETO SALA DE REBOCO em meados de 2000.

Como foi ter gravado o CD e DVD dentro da casa onde deu vida ao trabalho de vocês e ter participações de diversos artistas. Quais ao os artistas que tocam com vocês neste novo trabalho?

Foi mais uma experiência positiva pra nós e muito gratificante e só tivemos dois dias de ensaio e teve canto com ASSISÂO, FLAVIO LEANDRO que não puderam ensaiar por morarem muito distante.

O grupo toca músicas próprias? E quais os artistas que a banda não deixa de cantar de jeito nenhum em shows.

Sim! Uns dos artistas que não podem faltar no repertório do Quinteto são: Trio Nordestino, Luiz Gonzaga, Acioly Neto, Maciel Melo, Flavio Leandro, Flávio José, Félix Pofírio, Os Três do Nordeste, Assisão, Alcymar  Monteiro e muito outros.

 

O que vocês acham do forró eletrônico ou estilizado tocado no Brasil? Vocês tocam em seus shows?

Achamos que é outro estilo de forró que acompanha a moda, sim! Tocamos algumas estilizadas antigas que fala nas coisas do sertão, xotes romântico tas como: cara a cara, saga de um vaqueiro, meio dia, cavalo alazão, forom fom fom e outra que vocês podem conferir ao vivo todas quintas, sextas e sábados na sala de reboco.

Vocês acham que a mídia dá mais valor ao que vem de fora, e esquece os frutos da terra?

Sim! Por que a cultura nordestina ainda é muito discriminada, por isso que quando surgem meios de comunicação como rádios: Universitária FM, Folha FM e site com Forrozeirope nós fazemos questão de divulgar porque estimula mais a nossa cultura e ela não morre, Cláudio. 

Quais os projetos que a banda tem para o futuro?

Continuar tocando na sala de reboco e divulgando o forró nordestino.

Deixe uma mensagem final para toda a galera que curte o forró e principalmente o Quinteto.

O que  nos queremos é principalmente a galera jovem escute mais forró pé de serra e claro o Quinteto Sala de Reboco  e continue valorizando a nossa cultura e o verdadeiro forró no site forrozeirope.

 

Vendas de CD/DVD e contatos para shows: (81) 3228-7052 – Sala de Reboco 

 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Tributo aos 8 Baixos


Campanha de valorização do instrumento e dos instrumentistas da sanfona de 8 baixos está sendo desenvolvida com o apoio e o incentivo de todos os forrozeiros. Na verdade, a sanfona sempre representou o principal meio de propagação da musica forrozeira em todo o País, com especial destaque para a de 8 baixos,  esse instrumento menor em sua categoria, mas  tão significativo para a importância da musica genuína do Nordeste e para os poucos - mas talentosos instrumentistas -  como o “véi Jacó”, que ensinou as primeiras letras ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga.  

- ‘Tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso e com ele ninguém vai, Luiz. Respeita os 8 baixos de teu pai ”. (trecho da musica “Respeita Januário”, um dos hinos do imortal Gonzagão).

Vamos, a partir desta matéria, publicar outras informações sobre a historia da sanfona de 8 baixos – sua importância no Nordeste brasileiro -  e de alguns de seus principais mestres forrozeiros.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Entrevista com Ari de Arimatéa

 Admirador de Luiz Gonzaga, Ari optou por manter a tradição do forró de raiz, pé de serra autêntico. Compositor, assim como o mestre Luiz Gonzaga, tem sua inspiração para compor nas coisas mais simples da terra, no povo do sertão, nas belezas da natureza.

 

Iniciou sua participação artística como sanfoneiro, instrumentista sem voz, no entanto observou que o sanfoneiro é sempre e apenas o sanfoneiro, queria mais, começou a usar também a voz e rapidamente viu que poderia conciliar a sanfona e a voz, recebendo assim diversos elogios.

Já gravou dois CDs, o primeiro “Um Ensaio Diferente” gravado em 2010 e o segundo no ano de 2015 que foi produzido em Monteiro-PB, com 15 faixas recheado de composições inéditas e regravações de sucesso. Neste novo trabalho, o pernambucano contou com as participações especiais de Alceu Valença, Sevy Nascimento e Deijinha de Monteiro.

 

O forrozeiro ganhou destaque sendo o escolhido para interpretar o  artista circense Severo Filho, no filme “A Luneta do Tempo” de Alceu.  A drama musical que utiliza mitos populares da cultura brasileira para narrar uma historia cheia de encontros e desencontros, traições e amores, crimes e castigos no sertão pernambucano.

 

https://aridearimateaforro.wixsite.com/aridearimatea 

 

ASSISTA A ENTREVISTA EXCLUSIVA, GRAVADA NO CAIS DO SERTÃO NO RECIFE

 

 

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Cylene Araújo lança clipe de nova música

A cantora e compositora Cylene Araujo volta a emocionar seus admiradores com nova musica, cujo clipe também já pode ser visto nas redes sociais. “Desarvorada feito ponta de pião” tem letra e melodia apaixonante e o clipe foi gravado no “Jardim do Baobá”, uma arvore centenária que embeleza uma região próxima ao Rio Capibaribe. 

 A música lembra também um brinquedo muito popular na infância do passado – o pião.  Vale a pena conferir no clipe a seguir.  

terça-feira, 31 de março de 2026

Cylene Araújo: a cantora do maior show do mundo



 Ela faz parte do Livro dos Recordes por ter conseguido cantar durante 50 horas ininterruptas (dois dias e duas horas) um repertório de 600 musicas em homenagem ao Rei Luiz Gonzaga.  Foi em São Paulo, em dezembro de 2000 e foi registrado pela imprensa do Brasil inteiro no Centro de Lazer Patativa, na Zona Sul da capital paulista. Cylene Araújo é detentora desse feito, que está registrado no livro “O maior forró do mundo – a história do supershow de 50 horas”.          


Nascida em Vertentes, interior de Pernambuco, Cylene veio ainda criança morar no Recife. Começou a demonstrar tendência para as artes fazendo teatro infantil aos 5 anos de idade. Três anos depois participou do programa “Catavento”, da TV-Jornal,  integrando o coral “Meninos Cantores de Pernambuco”. Quando o programa acabou em 1979 ela foi para a TV-Universitária e ao lado do Palhaço Belezinha (João Moreno) apresentou o programa “Mundo Mágico”.           

No inicio da carreira, Cylene cantava musicas dos repertórios de Maria Betânia e Rita Lee até se decidir fixar sua trajetória na raiz musicalnordestina passando a cantar forró, xote, baião, frevo e ciranda.  Já gravou mais de três dezenas de discos, incluindo DVDs. 

 

Outra faceta de Cylene Araújo é gostar de escrever, principalmente sobre a cultura popular. De sua autoria é a obra “Dona Duda - a primeira Cirandeira do Brasil”. Outro livro foi sobre emboladas e repentes, com a dupla Caju & Castanha.  E o seu ultimo trabalho retratou a figura de Irmã Ivã, do Convento de São Francisco de Assis, do Cabo de Santo Agostinho.           

Aproveitando a explosão do forró em 1996, Cylene foi para São Paulo e participou da maioria dos programas musicais de Televisão, transmitidos em rede nacional.  Já ultrapassou as fronteiras do Brasil se apresentando em Portugal, onde costuma voltar todos os anos.                 

Atualmente, mantem o programa “Forrobodó”, na Rádio Universitária FM, onde procura destacar o artista e a musica regional.

Cylene é casada com o musico Jorge Ricardo e o casal não tem filhos, fomando um par harmonioso pela música e pela felicidade de estarem juntos há mais de 35 anos. Sobre o publico, Cylene Araújo define: - “ O aplauso é tudo na vida do artista. É a expressão do carinho do fã, o reconhecimento do nosso trabalho”.

Cantora Cylene Araújo lança single e clipe "'Vem Dançar Forró Pra Viver Melhor"



 Cylene Araújo, cantora e compositora pernambucana consagrada pela sua autenticidade e fidelidade musical, lança o single autoral “Vem Dançar Forró Pra Viver Melhor” . Letra e melodia dançante onde ela afirma: “Quer ter saúde? Vem forrozar! Vem dançar forró pra viver melhor”.

O lançamento está todas as plataformas e aplicativos de músicas. E para a alegria dos seus fãs, Cylene Araújo nos presenteia com um brinde ao Forró em dose dupla: SINGLE & CLIPE.

O clipe foi gravado na Galeria Suassuna, onde acontece todos os sábados o “Forró do Candeeiro”.

Cylene Araújo,  conhecida como a cantora das 50 Horas de Forró, tem em sua trajetória artística,  42 trabalhos fonográficos lançados, oito livros publicados, tendo como temática a cultura popular,  seis DVD´s  e um documentário lançado no circuito do audiovisual, além de 24 turnês internacionais.

Contato para Shows: (81) 99615-9175 

Entrevista com Cylene Araújo

 Pernambucana é cantora, compositora, poetisa e radialista. É uma das mulheres mais brilhantes da música brasileira. Conhecida por cantar 50 horas de forró sem parar, a artista tem 19 trabalhos lançados no mercado fonográfico e cinco livros publicados com temática cultura popular

Nome: Cylene Araújo

Onde nasceu: Pernambuco

Dia do nascimento: 31 de outubro - dia das bruxas.

 

 ForrozeirosPE: Você canta frevo, MPB e outros ritmos em seus shows. Mas é o forró que mais a identifica como artista?

Cylene Araújo: Sim. Canto todos os ritmos, mas o forró está em minha alma com pano de fundo. Canto porque amo cantar e não por dinheiro.

 ForrozeirosPE: Você dá preferência a algum compositor de forró no seu repertório?

Cylene Araújo:Sem dúvida Luiz Gonzaga em 1º lugar, depois vários outros temos muitos e bons inclusive minhas composições.

 ForrozeirosPE: O início de sua carreira foi cantando em rádio ou Televisão e quantos anos você tinha nessa época?
 Conta um pouco da sua trajetória.

Cylene Araújo: Meu início foi na TV jornal cantando e apresentando o programa Cata-vento com oito anos de idade, fiz parte da última fase do programa, apresentei até final dos anos 70. Depois segui para a TVU apresentando o programa do palhaço belezinha e foi aí que surgiu meu 1º disco em 1981. A história é muito longa. Já rodei muito chão por esse Brasil.

Os concorrentes podem falar o que quiser mais eu sou a voz feminina de maior projeção dentro e fora do meu estado. Infelizmente fico de fora de algumas programações culturais que realizam no estado, por não fazer conchavos e concessões nos órgãos que regem a cultura de Pernambuco. Mais sou recompensada quando me abrem a portas por onde passo.

ForrozeirosPE: Você se utiliza do instrumental eletrônico em seus shows ou prefere o tradicional trio pé-de-serra – sanfona, zabumba e triângulo?

Cylene Araújo: Só do tradicional, sanfona, zabumba e triângulo é a formação básica. Em palcos maiores, uso uma bateria, guitarra e um contrabaixo.

 ForrozeirosPE: Quem a estimulou a bater aquele recorde de cantar 50 horas de forró sem parar?

Cylene Araújo: Deus me deu forças para alcançar o meu objetivo. Em tudo que faço, ele está à frente. Sou uma mulher de fé e de idéias inusitadas. E isso nem todos têm o merecimento de Deus.

ForrozeirosPE: Você pensa em superar esse recorde?

Cylene Araújo: Sim, estou aguardando o momento certo. O lugar será fora do meu país. Diariamente me preparo fisicamente e culturalmente como se fosse realizar o recorde na manhã seguinte. Aguardem e confiram.

ForrozeirosPE: Por que Portugal virou a sua segunda praça na sua agenda de shows?

Cylene Araújo: Minha trajetória musical permite que se abram as portas por onde eu passo, pois tenho talento e história para contar. Canto componho e escrevo e fora do nosso estado isso é admirado e soma-se pontos e credibilidade. Então em vários países inclusive, Estados Unidos, Japão, China, tenho até fã clube.

Em Portugal resolvi tentar minha 1ª turnê em 2006 até os dias de hoje estou indo e abrindo espaço. A crítica me recebeu de braços abertos à mídia me abre espaço em TV (uma coisa difícil) nos dias de hoje. A minha presença onde passo é festejada e dou graças a Deus por isso pela minha autenticidade que é natural.

ForrozeirosPE: O povo português gosta mesmo de forró?

Cylene Araújo: Não só o povo português mais o europeu de maneira geral. Em maio, na festa dois anos do meu Projeto Pernambuco de todos os ritmos é Brasil, a casa de shows estava lotada de turistas de diversos países que vieram dançar forró comigo. Tive que fazer dois shows um mais cedo para dar tempo eles assistirem e seguir viagem no ônibus que os esperavam. No caso do povo português comigo, posso dizer que foi amor á primeira vista. Minha alegria destravou a timidez deles e a festa do forró nos uniu.

ForrozeirosPE: Será que em breve os seus admiradores do Brasil vão perdê-la para os fãs portugueses?

Cylene Araújo: Não, pois a qualidade dos vôos internacionais e nacionais está cada vez melhor e daqui para Lisboa, Paris ou Madri é um pulo! Espero continuar fazendo os shows no Brasil e fora dele.

Agradecimentos:

Meu agradecimento especial às pessoas que nunca deixaram de acreditar em meu trabalho, obrigada por tudo.  Sou uma artista feliz porque sou filha de Deus, abençoada por ele canto o que gosto e acredito e tenho uma vida boa e cheia de merecimentos porque sou de luz, sou guerreira! A você Cláudio, um beijo especial, parabéns pelo site direcionado a nossa cultura. Se Gonzagão vivo fosse, também estaria de agradecendo com certeza.

 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Thony Vaqueiro lança novo EP

 Como a maioria dos artistas de talento, Thony Vaqueiro começou cedo se dedicando à musica como vocalista das Bandas Fruto da Terra e Kartuxo. Passou cinco anos como musico de Genival Lacerda e João Lacerda e foi assim adquirindo vivencia com o ritmo do forró. Pernambucano de Vitoria de Santo Antão, Thony Vaqueiro, já gravou três CDs, com faixas que ele dividiu com Almir Rouche, Jorge Silva, Deivinho Sanfoneiro e Kelps Pankadão.

Junto com a Banda Oitava Dose gravou os sucessos PAPA CHEGOU, CASA DA OUTRA, DEIXA EU SOFRER, entre outros, que já somam mais de 2 milhões de visualizações no YouTube. Em 2023 sentiu a necessidade de retornar às suas raízes lançando um Forró de Pé de Serra e um Vanerão Xoteado, intitulados ALEGRIA VERDADEIRA e TCHAU, trazendo toda a sua irreverência neste novo projeto.  

sexta-feira, 20 de março de 2026

Biografia de Maciel Melo

 Maciel Melo nasceu na cidade de Iguaracy no Estado de Pernambuco, Vale do Pajeú, a 363 km do Recife.



Maciel já entrou na história da música nordestina com os clássicos “Caboclo Sonhador”, “Que nem Vem-Vem”, “Tampa de Pedra”, “O Velho Arvoredo”, “Dama de Ouro”, “A Poeira e a Estrada”.

Caboclo Sonhador foi sucesso nas vozes de Flávio José e Fagner. Que nem Vem-Vem nas vozes de Flávio José e Elba Ramalho.

Maciel Melo virou uma referência para onde se voltam tantos cantores do gênero, que vivem na região, ou os que emigraram para o sudeste: Além dos artistas citados acima, Maciel foi gravado por Zé Ramalho, Dominguinhos, Elba Ramalho, Zeca Pagodinho, Geraldo Azevedo, Xangai, Renato Teixeira, e tantos outros cantores de forró radicados no nordeste. Com dois DVDs, gravados em Recife, “ISSO VALE UM ABRAÇO”, gravado no Teatro Guararapes (Centro de Convenções), e “A POEIRA E A ESTRADA”, gravado no Teatro Boa Vista. Atuou como ator na novela Velho Chico, Rede Globo, atuou também como apresentador em alguns programas de televisão: “Pé de Serra” TV JORNAL, e Causos e Cantos, TV Globo Recife.

Músicas em trilhas sonoras de novelas: “Rainha”, na novela “Flor do Caribe, Rede Globo e “Meninos do Sertão”, esta em parceria com Petrucio Amorim, na novela “Marcas da Paixão”, TV Record. Também participou da trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro, dirigido pelo cineasta Guel Arraes, com a música Dama de Ouro, interpretada pelo cantor baiano Zeu Brito. Com quinze CDs gravados, dois DVDs, dois vinis, três livros escritos, e umas duas dezenas de músicas inéditas, Maciel continua impulsivamente criando, compondo, escrevendo crônicas, para suas redes sociais e para alguns blogs. Como forrozeiro se intitula como o Caboclo Sonhador, defendendo com unhas e dentes as tradições do nosso forró. Alguns críticos de música dizem que ele recriou o Xote, um dos ritmos do gênero, a partir da música “Que nem Vem-Vem, gravada em 1991, embora ele não queira admitir isso, mas sabe-se que, depois de Que nem Vem-Vem e Caboclo Sonhador, o Xote veio à tona depois de muito tempo adormecido.

Contatos para shows:

(81) 99973-6869

(87) 98866-7387

terça-feira, 17 de março de 2026

Entrevista com Ivan Ferraz



 Quem o estimulou a gostar do forró? Alguém da família? 

Eu sempre ouvia minha mãe cantar e ela tocava inclusive muito bem bandolim, foi uma cantora profissional. Mãe, cantava em casa pra família e eu acredito que aquilo me estimulou muito. Eu vivi num ambiente musical.

Para chegar onde está como foi a batalha?

Foi grande, sempre acreditando no objetivo e todo dia eu começo, todo dia estou começando. As conquistas vão surgindo com muita batalha. O próprio Luiz Gonzaga lutou muito pra chegar onde chegou.


Você se sente mais realizado como cantor, compositor ou como comunicador? 

Na verdade eu comecei como cantor, eu gravei primeiro na Mocambo Rosembrick em 1977 na época era um compacto duplo e quando eu vim começar a trabalhar em rádio foi em 81 e isso surgiu através de um amigo meu da Jovem Cap, Humberto Sodré, um dos proprietários de lá, filho do dono da Rádio Capibaribe Jovem Cap, me convidou, trabalhamos juntos e me ofereceu um espaço para que eu começasse a trabalhar na rádio até rejeitei dizendo que nunca tinha trabalhado. Más ele disse que, eu ia aprender, “você gosta de música”, eu já demonstrava assim muita preocupação em pesquisar, estudar a história da música popular brasileira então veio depois. O cantor veio primeiro.

 Quantos discos já gravados? 

Já gravei nove LPs. Fiz um compacto duplo e um LP na Rosembrick, gravei mais um LP na gravadora Esquema no Rio de Janeiro, dois na gravadora Copacabana, na Gravadora Chantecler em São Paulo e gravei na Poligran e depois na Polidisc. Nove Lps e nove Cds. O mais recente é titulado “Eu e Gonzagão” uma coletânea de várias músicas que eu gravei e uma homenagem a Gonzagão. 

Na sua opinião, o forró é bem divulgado nas emissoras de rádio? 

Atualmente eu acho que não. Porque houve um período que todas as emissoras de rádio elas mantinham um programa de forró de manhã ou a tarde, e hoje nem todas as emissoras de rádio tem um horário dedicado a música nordestina. Então acho que são poucas as emissoras, a gente precisa de mais espaços para o nosso forró.

 

Gonzagão recebeu justas e merecidas homenagens em vida ou isso só no centenário de seu nascimento? 

Luiz Gonzaga encontrou sempre muita dificuldade, eu acho que agora veio um reconhecimento um pouco tarde, más chegou. Foi muito importante as homenagens que aconteceram para Luiz Gonzaga porque a batalha dele foi grande para que sua musica fosse reconhecida, par que ele fosse valorizado e terminou conquistando o público e a coroa de Rei do Baião. É um exemplo para todos nós, um exemplo de resistência, até porque quando ele começou não foi aceito como cantor na gravadora, passou quase cinco anos como instrumentista, depois  quando ele resolveu colocar um gibão e chapéu de couro foi rejeitado também na Rádio Nacional no programa de auditório, porque acharam que aquela roupa era agressiva, que representava mais o Lampião, a história dos cangaceiros. E ele resistiu, não aqui é uma indumentária que representa o Nordeste, o nosso vaqueiro, lembra também Lampião,   mais é uma indumentária chapéu e gibão de couro lembrando o Nordeste e ele ganhou essa batalha. Então eu tenho Luiz Gonzaga como símbolo da resistência que conquistou e ele estaria muito feliz se tivesse recebido em vida as homenagens do centenário já em outra dimensão.

Como o senhor conheceu Gonzagão? 

Luiz Gonzaga eu conheci quando tinha 16 anos lá na minha cidade em Floresta, ele cantando em praça pública, um coreto que ainda existe na praça principal da cidade. Eu ouvia Luiz Gonzaga tocando nas emissoras de rádio, naquela época eram poucas: Pra8, Rádio Jornal, Rádio Nacional no interior não existia emissoras, más a gente sintonizava, era um nome Luiz Gonzaga. E de repente eu vi ele na minha frente, em 1956 muito emocionante!

Ivan Ferraz tem planos para o futuro? 

Todo dia estou começando a minha batalha. O plano era que eu fosse mais reconhecido, cada vez mais você quer um reconhecimento. A gente pra fazer um show é um dificuldade muito grande, então tudo é muito difícil. Eu procuro ajudar todo mundo, porque eu sinto a dificuldade dos artistas que estão começando agora passam e eu passo essa dificuldade do mesmo jeito. A dificuldade é muita. Então seria bom que os órgãos que cuidam de shows observasse mais quem é quem da cultura pernambucana e não dificultasse tanto a nossa trajetória, em mostrar o nosso trabalho ao público. 

 Como nasceu o Espaço Cultural Dominguinhos?

O Espaço Cultural Dominguinhos foi uma idéia que deu certo. Eu fui convidado por uns amigos da diretoria da Associação dos Servidores da Sudene no bairro do Engenho do Meio em Recife e me veio a intenção de homenagear Dominguinhos, onde pedi permissão à ele que aceitou dizendo que “você está me homenageando Ivan, só tenho o que agradecer a você. Comece o trabalho e eu vou lá”. Na verdade ele foi, nós inauguramos dia 17 de março de 2012, ele não pôde comparecer más mandou Liv a sua filha que participou da inauguração do Espaço Cultural Dominguinhos. E um ou dois meses depois, Dominguinhos foi participar da nossa festa e recebeu uma homenagem muito bonita e o carinho do público e ficou de voltar em janeiro de 2013 quando adoeceu e não pode comparecer mais. 

 Deixe uma mensagem para seus fãs, admiradores de sua carreira. E aqueles artistas que estão no inicio da carreira e já pensando em desistir. 

A minha mensagem que eu deixo é que não desista jamais. Enfrente a dificuldade, elas existem para a gente enfrentar, às vezes a gente fica depressivo, a gente fica desanimado, querendo parar, mas a gente encontra uma dificuldade aqui, a porta se fecha e outra se abre. Então, quantas manifestações eu recebo de carinho e reconhecimento, então essas manifestações elas dão forças a gente continuar. Ai a gente esquece as dificuldades e vai em frente porque a gente observa que tem muita gente ao nosso lado. Então continue se você tem um objetivo, você quer vencer na vida artística, enfrente porque o bom é a vitoria lá na frente que você vai conseguir.

domingo, 15 de março de 2026

Entrevista com Jorge Silva



 Como e quando você decidiu entrar para o mundo musical? Fale sobre seu primeiro contato com a música.

Na realidade, já na minha adolescência, eram evidentes os sinais do meu dom artístico,que viria a  se confirmar anos mais tarde. Pois, eu passava a maior parte do tempo, em pé sobre uma cadeira, em frente à antiga Cristaleira, onde ficava ligado o dia inteiro, um velho rádio ABC e me alimentava ouvindo músicas dos grandes cantores da época. Aos 18 anos de idade, fui atraído pelo batuque da Escola de Samba Labarirí de Campo Grande, Bairro onde eu nasci em Recife, PE e de ritmista, logo passei a fazer parte da ala de Compositores. Foi quando nasceu a minha primeira composição. Um samba enredo, lançado pela extinta gravadora Rozemblit, no LP das Escolas de Samba de Pernambuco, no ano de 1981. Daí em diante, fui descobrindo que conseguia compor com a mesma facilidade, todos os gêneros musicais. Portanto, foi ouvindo Luiz Gonzaga,Trio Nordestino, Marinês, Jackson do Pandeiro, Genival Lacerda e Jorge de Altinho, que eu me apaixonei pelo Autêntico Forró Nordestino.

 

Nos seus shows, o repertório é basicamente composto por suas gravações ou são incluídas músicas de outros artistas?

No repertório dos meus shows, estão presentes as minhas Obras e também não pode faltar Luiz Gonzaga, Jorge de Altinho, Petrúcio Amorim, Maciel Melo, Aracílio Araújo, Accyoli Neto e tantos outros.

 

Quais artistas você tem como referência?

Eu posso citar duas referências na minha carreira: Luiz Gonzaga e Jorge de Altinho.

 

 O que você mais toca em seus shows?

O meu show, é recheado de muito Xote, Forró e Arrastapé.

 

Quantas músicas você já compôs e de onde vem tanta inspiração?

Jorge Silva: Já gravadas, eu tenho mais de 100 músicas, entre Forró, Românticas, Frevo e Samba. E a inspiração, eu encontro sempre nos temas criados da imaginação, nos acontecimentos do dia a dia, nos amores perdidos, nas paisagens do interior, na solidão...

 

Quem já cantou suas músicas?

Jorge Silva: Vários artistas já gravaram minhas Obras. Como: Dominguinhos, Jorge de Altinho, Flávio José, Alcymar Monteiro, Trio Nordestino, Petrúcio Amorim, Cristina Amaral, Maciel Melo, Geraldinho Lins, Novinho da Paraíba, João Lacerda, Leci Brandão, Walkyria Mendes, Mardônio, Cylene Araújo, Mastruz com Leite, Reginaldo Rossi, Aviões do Forró, Limão com Mel, Brasas do Forró, Sorriso Maroto, Joquinha Gonzaga, Jéssica Colt e muitos outros.

 

Quantos discos, Jorge Silva já gravou? Fale um pouco deste seu novo disco em que homenageia Luiz Gonzaga.

Jorge Silva: No início eu gravei um Compácto Simples e dois LPs. Depois, por motivos particulares, precisei interromper a minha carreira por pelo menos, uns 10 anos. Depois da minha vitoriosa retomada, já lancei vários trabalhos novos e tive um reencontro maravilhoso, com o público que valoriza o autêntico Forró Nordestino.

 

Você teria algo a dizer para os novos compositores do Brasil, para essa galera que esta começando a compor?

Jorge Silva: Fé, Perseverança e Humildade. Esse é o conselho que eu deixo para os novos compositores, que estão surgindo e fazendo música de qualidade.

 

 

Contatos:

Fone: (81) 9.9907-5217

E-mail: Jorgesilvadorecife@globomail.com