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 Sem custos de cachês para o município, a previsão é que o Recife tenha, no réveillon deste ano, um recorde de público recebendo, inclusive,...

sábado, 29 de novembro de 2025

CaSoando lança EP Pisada Forte


 O projeto “Pisada Forte” surgiu da necessidade de expressar a alegria que ficou “quarentenada” na residência de cada um dos 4 músicos, da família CaSoando, em tempos de pandemia. Da tristeza dos cancelamentos dos shows, a saudade do calor do público, e a necessidade arrebatadora de tocar, transbordou uma vontade enorme de se reinventar, pois para o CaSoando sempre se tira coisas boas de tempos difíceis, e da mistura de todos esses sentimentos surgiu a ideia de lançar um novo álbum.

Em tempos de reclusão, os meninos dedicaram sua energia a um projeto novo, a reinvenção, repaginação e união desse grupo com novos elementos que permeiam o forró em outros estados, regiões, países e continentes.

Durante a pandemia, momento qual viver conectado foi a única maneira de manter o contato humano que tiveram, também surgiu um mundo de descobertas de pessoas, culturas, artistas e movimentos inimagináveis. O quarteto se aproximou muito do movimento Sudestino de Forró, e foi um mundo de trocas, descobertas de bandas, profissionais, compositores, professores e até mesmo estilos diferentes de dançar. O Sudeste conheceu o CaSoando e o CaSoando conheceu o Sudeste brasileiro.

Foi então que Lu Miliano (Voz e Acordeon), Pablo Ferraz (Voz e Zabumba), Nino Silva (Voz, triângulo e Pandeiro), e Daniel Coimbra (Voz e cavaco) começaram a planejar e pesquisar novos sons, compositores e elementos que sintetizassem essa nova etapa da banda.

Pisada Forte

Através do contato da compositora e blogueira de Forró, a carioca Tyna Batista, eles conheceram a música “Pisada Forte”, uma união de poesias de Tyna e o já reconhecido compositor, pesquisador e DJ autor de diversas composições de sucesso, Leo Braga, também do Rio de Janeiro, hoje residente do Espírito Santo.

A música traz como tema um estilo de dança que ganhou a cena nos últimos anos chamado “Forró estilo Roots”, um estilo composto pelo tradicional forró, numa mistura de samba, salsa, tango e muita criatividade. Dentre suas características, o Roots possui Sacadas de perna, chutes, giro paulista (giro curto no mesmo lugar), uma leitura musical com paradas, e marcações que tornam a dança complexa e extremamente interessante.

A ideia era falar com bom humor, mostrando alguém de fora que se surpreendesse ao chegar num forró onde as pessoas dançassem daquela maneira, e através da internet, conhecendo os meninos através do instagram @omelhordopedeserra, Tyna chegou ao CaSoando, que não só incorporou no álbum a ideia num arranjo extremamente dançante na voz de Daniel Coimbra, como usou o título da música para dar nome ao álbum que tem 4 composições com uma pisada muito forte, com letras bem trabalhadas e atuais.

Pesquisa aponta Cylene Araújo entre os maiores intérpretes de Gonzagão

 Uma notícia que orgulha a classe forrozeira de Pernambuco. A cantora Cylene Araújo foi destaque no ranking dos cantores brasileiros que mais interpretaram músicas de Luiz Gonzaga – o Rei do Baião.  O resultado dessa pesquisa foi divulgada, inicialmente, em dezembro de 2020, no Dia Nacional do Forró e voltou a merecer ampla divulgação agora em junho, na imprensa nacional, por ocasião dos festejos juninos. 

Cylene Araújo aparece em honroso nono lugar e é a única pernambucana da lista de 20 artistas. A pesquisa levou cerca de cinco anos para ser concluída e contou com dados fornecidos pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD).

 

 

Kleber Araújo lança novo single

 O cantor e compositor Kleber Araújo (Arcoverde-PE) lança no próximo dia 13 de junho, nas principais plataformas de execução musical um novo single. Trata-se da canção Paraíba e Pernambuco, de autoria de Neguinho Arcoverde e Orlando Melo, que está sendo distribuída pelo Selo Midiout.

A música é um coco sanfonado, bem ao estilo Jackson do Pandeiro, uma das maiores referências do artista, e foi preparada para ser a sua canção de trabalho durante as festas dos Santos Juninos. Não por acaso, escolheu-se como data de lançamento o dia de Santo Antônio.


Para Kleber: “o novo single chega num dos momentos mais dramáticos da pandemia com o objetivo de mostrar que a tradição junina do povo nordestino sobrevive, sendo a música um antídoto contra a tristeza que vem se abatendo sobre as pessoas”.

O artista conta que conheceu esta canção há uns dois anos, quando estava fazendo um trabalho em estúdio. Na ocasião, um dos músicos que o acompanhavam, Neguinho Arcoverde, cantarolou um trechinho da música e foi paixão à primeira escuta.

Kleber complementa: “Este ano, lembrei da canção e pedi aos autores permissão para gravar. Então, Orlando, produtor musical de mão cheia, cuidou de dos detalhes do single, desde os arranjos até a execução dos instrumentos e a parte vocal”.

Paraíba e Pernambuco retrata um diálogo entre a cultura desses dois estados vizinhos, onde os ingredientes são xote, xaxado, coco, maracatu e frevo. Pode-se dizer que esta canção representa uma síntese das vivências musicais dos compositores, Orlando e Neguinho, o primeiro paraibano e outro natural de Arcoverde-PE.

Kleber Araújo, a partir do lançamento, pretende incrementar a divulgação do single, utilizando-se de rádios, carro de som, distribuição direta via grupos de Whatsapp, etc. Além disso, em breve irá produzir um videoclipe com a canção Paraíba e Pernambuco.

 

Ivan, o comunicador da cultura pernambucana

 Relata, jornalista! - Mariana Leite

 


Natural de Floresta, município do Sertão do Itaparica, Ivan Ferraz era um adolescente de 15 anos quando desembarcou no Recife para cursar o segundo grau, em 1962. Além de sonhos, trouxe na bagagem uma grande admiração pela música nordestina. Nunca esqueceu o dia em que, quando garoto, assistiu ao show do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, no coreto da praça principal de sua terra. Os anos 1980 chegaram e o comunicólogo e radialista Ivan Ferraz foi aprovado em concurso público para técnico administrativo de nível superior no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). Apesar de comandar com brilhantismo a chefia de relações públicas do IPA, a cultura popular e as tradições sertanejas sempre foram as verdadeiras paixões de Ivan. Na primeira oportunidade, conseguiu juntar seus anseios com a comunicação.

Assim nasceu o programa Nordeste, Poesia e Forró, em 1985, na antiga TV Tropical, hoje TV Pernambuco. O nome foi alterado para Forró, Verso e Viola, o que viria a se firmar como uma marca do agora também apresentador. O objetivo da atração era a valorização do povo pernambucano e do forró. Pelo palco, passaram artistas como Dominguinhos, Marinês e Ariano Suassuna. Ele também deu espaço para cantadores e forrozeiros em início de carreira. Durante 16 anos o programa ficou no ar, encantando e mostrando toda a riqueza da nossa terra.

Ivan Ferraz ficou à disposição da Assessoria Especial do Governo do Estado e foi realocado para a equipe de Ariano Suassuna, na qual ele e outros profissionais auxiliavam o escritor e professor no planejamento das aulas-espetáculos, grandes difusoras da cultura popular. Para o intrépido personagem deste relato, trabalhar com o paraibano foi uma honra. “É motivo de orgulho para mim ter atuado junto com Ariano Suassuna até o seu falecimento. Sem dúvidas, uma experiência que guardarei para sempre no meu coração.”

Em paralelo ao trabalho desenvolvido para o Governo de Pernambuco, o comunicador sertanejo continuou trilhando o seu caminho no mundo da música. Ivan é compositor de frevos e de forrós e gravou nove LP’s e mais de 10 CD’s com canções próprias, inéditas e também interpretações de grandes nomes da cena regional. Ferraz segue descobrindo novos talentos e valorizando os já existentes no Forró, Verso e Viola, que este ano completou 20 anos indo ar pela Rádio Universitária 99.9 FM, da Universidade Federal de Pernambuco. O programa permanece com uma das maiores audiências no horário das 16h às 18h, de segunda a sexta.

Semanalmente, Ivan Ferraz ainda comanda, desde 2015, o programa Pernambuco Cultural, pela Agência Rádio SEI de Notícias, da Secretaria Estadual de Imprensa, órgão onde o servidor está cedido. A atração já recebeu Genival Lacerda, a dupla Caju e Castanha, Claudionor Germano, as bandas da Polícia Militar de Pernambuco e do Corpo de Bombeiros, entre outros artistas. “Esse programa é muito importante porque é um espaço dentro do Governo do Estado onde a nossa cultura é exaltada e podemos seguir apoiando os artistas. Sem contar com a equipe maravilhosa que temos. Eu tenho orgulho em fazer parte dela”.

Aos 74 anos, Ivan Ferraz, que é casado, tem uma filha e dois netos, nem pensa em se aposentar. “Continuo na ativa, vou sair pela compulsória”, diz, aos risos. “Vai chegar um dia em que terei que sair, mas quando isso acontecer, vou tentar voltar pelo menos em um trabalho temporário. A gente não deve parar, senão enferruja.

Matéria escrita para a série Servidores que Inspiram, do Governo de Pernambuco. Este texto também pode ser encontrado no site do Oficial do Estado de Pernambuco.

Edição: Marcionila Texeira

Foto: Douglas Fagner

Jackson: um ícone da nossa música popular

 Quem teve o privilégio de assistir as apresentações de Jackson do Pandeiro e sua mulher, Almira Castilho,  no auditório da Rádio Jornal deve reconhecer o talento desse nordestino de valor. Cantor e compositor, nasceu em Alagoa Grande (Paraíba) em 31 de  agosto de 1919. Começou tocando zabumba acompanhando a irmã cantora de coco-de-roda.  Morou em Campina Grande e João Pessoa, mas foi no Recife que seu nome se projetou como cantor de emboladas, coco, baião, xaxado  frevo, entre outros gêneros musicais.  

O sucesso chegou um pouco tarde.  Jackson já tinha 35 anos de idade quando  gravou o primeiro disco:  “Sebastiana”.  Depois vieram “Um a Um”, “Forró em Limoeiro” e uma carrada de 30 LPs, todos motivo de pesquisa por parte dos estudiosos de nossa musica popular. O Rei do Baião, Luiz Gonzaga, considerou Jackson o maior ritmista da historia da musica popular brasileira. José Gomes Filho era seu nome de batismo. Achou bonito Jack que era o nome de um artista do cinema mudo da época. Virou Jackson para ficar mais sonoro.  Morreu em Brasília e foi sepultado no Rio. São inúmeros os grandes cantores e compositores da atualidade que se inspiraram no talento de Jackson do Pandeiro no inicio de suas carreiras. Jackson se transformou em um ícone da historia musical do Brasil.  

Cem anos de Zé Gonzaga

 O mundo forrozeiro reverencia o centenário de nascimento de José Januário Gonzaga do Nascimento, o cantor, compositor e sanfoneiro Zé Gonzaga, irmão do “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga.  Nascido em 15 de janeiro de 1921, em Exu (PE), Zé Gonzaga aprendeu a puxar o fole com o pai - o velho Januário, - que consertava e tocava sanfona nas festinhas das redondezas. O irmão mais velho se mandou logo para o sul do Pais. Ao completar 19 anos, Zé pegou um pau-de-arara e foi se encontrar com o irmão no Rio de Janeiro. Houve uma certa desavença entre os dois irmãos porque Luiz não queria que Zé usasse o sobrenome Gonzaga. 

Em 1957, Zé gravou seu primeiro disco. Cantava  forró, mas no seu repertorio constavam também sambas, choros e até valsas. Participou do filme “Rico Ri a Toa” e excursionou à Argentina e França, acompanhando outros artistas.  Gravou  6 LPs  durante a década de 70 e veio a falecer no  Rio, no dia 12 de abril de 2002. Nove anos mais jovem que o irmão famoso, Zé Gonzaga faz parte da galeria de forrozeiros que difundiram a musica nordestina pelo Brasil. 

 

Bandas que fazem história na música de Pernambuco

 Impulsionadas pela explosão do rock no mundo, na década de 60, grupos musicais foram surgindo em Pernambuco para atuar no Rádio e na TV. O primeiro deles foi a Banda Silver Jets, que tinha como vocalista o depois consagrado cantor Reginaldo Rossi.  

 

Alguns desses grupos formados por jovens músicos foram se popularizando e criando raízes, a exemplo da Banda Os Loucos, que este ano completa 55 anos de sua criação, sob o comando de Leonardo Cavalcanti e que ainda hoje se apresenta em diversos palcos da cidade.   

Considerada uma das mais antigas do Brasil e a mais antiga do Nordeste. A Banda Os Loucos, teve sua origem no Colégio Pan Americano em Recife, PE, em 15 de Outubro de 1965, tendo como fundadores os irmãos Cavalcanti, Juarez e Leonardo que juntamente com os amigos Edson Cysneiros e Alberto Queiroga estudantes do citado colégio, formaram um quarteto musical para uma apresentação em comemoração ao dia dos professores no referido Colégio. A banda se dedicou nos primeiros cinco anos a fazer só bailes dançantes em clubes sociais. Em 1970, fez seu primeiro programa de televisão. À Hora do Chaú na TV Jornal do Comércio. Em 1971, conquistou o diploma de melhor banda do Recife em concurso promovido pela citada emissora. Daí pra frente, começaram a evoluir na mídia, fazendo programas de rádio e televisão, sendo notícia em jornais, conquistando pelo seu repertório, sua simplicidade e músicos competentes, um público cada vez maior. Denominada! A Banda do Povo.

 

Depois, surgiu a Banda Alcano (Foto em Destaque na Matéria), comandada por Carlos Maia, cuja primeira voz feminina se revelou uma grande cantora: Nádia Maia. A família Maia mantem a Alcano em evidencia por continuar sendo um dos grupos musicais de maior prestigio popular dos últimos anos. 

Pernambuco revelou outros grupos no formato de musica jovem, todos criados com o objetivo de se destacar nos programas de rádio e televisão. 

Podemos citar, entre eles, o conjunto Os Tártaros, o Grupo Trepidant’s, que ainda atua nos dias de hoje, Os Notáveis, para citar apenas esses. Também se notabilizaram nessa mesma época grupos criados para divulgar a musica popular brasileira, como o Quinteto Violado, a Banda de Pau e Corda,  Som da Terra, e o Quinteto Armorial, este último dedicado a musica erudita. Esses conjuntos ainda atuam realizando “shows” em teatros e eventos públicos. 

    

Todos esses grupos visavam se apresentarem nos programas de auditório que existiam tanto no Rádio como na Televisão. O Rádio mantinha esses programas aos sábados e domingos. Na TV, os mais notáveis eram “Você faz o show”, comandado por Fernando Castelão, “Noite de Black-tie”, tendo à frente Luiz Geraldo e “Bossa 2”, apresentado por José Maria Marques. Mas, existiam outros programas musicais comandados por nomes que se destacaram nos meios de comunicação de Pernambuco como Paulo Marques, Jota Ferreira, Jorge Chau, Paulo Ferreira, Antenor Aroxa, Linda Maria, entre outros.  Todos os programas eram realizados ao vivo, o que exigiam mais competência e talento de todos os que deles participavam.  

Miguel Santos (Jornalista e Produtor)

http://miguelsantosjornalista.blogspot.com/

Lia: 80 Anos

 Patrimônio vivo da cultura pernambucana, Maria Madalena Correia do Nascimento ou, simplesmente, Lia de Itamaracá completa 80 anos - 12-01-2024 – cantando e dançando ciranda e sendo considerada a mais famosa cirandeira do Nordeste.

De infância humilde, Lia logo cedo se dedicou à musica. Depois de ser empregada doméstica, ela trabalhou num restaurante, onde se iniciou na carreira artística. Ao completar 80 anos de idade, Lia continua morando na localidade Jaguaribe, na Ilha de Itamaracá, litoral pernambucano. E ainda tem muito folego para prosseguir projetando a  ciranda como folguedo popular nordestino, recebendo em troca os aplausos de milhares de admiradores. 

Luiz Gonzaga: Herói da Pátria

 Por decreto-lei 14.793, de 5 de janeiro de 2024, assinado pelo Presidente  Luiz Inácio Lula da Silva, o cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento  teve seu nome incluído no Livro  dos Heróis e Heroínas da Pátria, depositado no Panteão da Pátria  e  da  Liberdade Tancredo Neves, em  Brasilia.

Trata-se de mais uma significativa  homenagem ao “Rei do Baião” e um reconhecimento  pela valiosa contribuição de Gonzagão à cultura  brasileira.

Forró é reconhecido como manifestação da cultura nacional

 Esperado por todos, finalmente o forró foi reconhecido como patrimônio da cultura popular brasileira. No ultimo dia 7 de novembro deste ano de 2023, o Presidente Luiz Ignacio Lula da Silva sancionou a lei que reconhece oficialmente o forró como uma manifestação da cultura nacional. O projeto já tinha sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Com isso, o forró ganha mais relevância, respeito e um lugar de destaque nas politicas publicas do País.

O forró nasceu da mistura de vários ritmos, como o baião, o xote, o coco, o arrasta-pé e tem uma trajetória de mais de sete décadas, sempre conquistando a admiração de todo publico brasileiro.



Maurício do Recife lança novo álbum

 Natural de Recife, “Maurício do Recife”, como é conhecido artisticamente, teve seu primeiro contato com a música através dos avós maternos, onde cresceu ouvindo cantorias de seu Severino e Dona Zefa, em todas de familia. Como nordestino cresceu ouvindo artistas como Alceu, Dominguinhos, Trio Nordestino, Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga, que hoje são referências suas na música.

Somente aos 12 anos, já em São Paulo, começou a se envolver mais com a música quando o violão se tornou uma de suas paixões. A partir dali começou a participar de festivais , e a cantar em bandas, onde foi vocalista de grupos como “Chiado da Chinela” e “Delírio Maior”.

Como compositor, se destacou na famosa banda latina “AZÚKAR”, que emplacou vários sucessos em trilhas sonoras de novelas brasileiras como “Páginas da Vida”(TV Globo), “Flor do Caribe” (TV Globo), “Viver a Vida”, entre outras.

Chegou a produzir e lançar 03 álbuns de sua autoria que hoje se encontram nas plataformas.

Maurício do Recife anos mais tarde saiu do Brasil e foi morar em Portugal, onde seguiu carreira participando de vários festivais na Europa, chegando a se apresentar nos principais programas de TV das emissoras portuguesas e Realitys.

Em Portugal é destaque como representante da música nordestina brasileira, onde neste ano de 2023 lançou o seu mais novo álbum que teceu o título de “Retratos do Nordeste”, álbum que veio lançar no Brasil neste segundo semestre, divulgando o mesmo repleto de canções autorais, em rádios e casas de show do Recife, sua terra natal e Caruaru, cidade mais conhecida como “A Capital do Forró “ em Pernambuco.

No próximo dia 9 de novembro, Maurício do Recife recebe homenagem do Prêmio ABEBE de Prata, conhecido como o Oscar da cultura Afro. A entrega do Prêmio acontecerá no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem a partir das 18h. Entrada Gratuita.

No dia 20 de novembro o artista recebe o Título de Guardião da Cultura Nordestina em São Paulo(SP), no Memorial da América Latina, da Secretaria de Cultura e da Associação dos Nordestinos no estado de SP, onde será reconhecido como divulgador da arte e música nordestina na Europa e no mundo.

Segue abaixo o link do novo álbum de Maurício do Recife. 

 

Falamansa lança o videoclipe “Xote Bom”

 O videoclipe é um convite a uma viagem multicultural no universo da música, da dança, mostrando a capacidade que a arte tem de unir as pessoas de diferentes origens. Assista agora 

A Falamansa lança o videoclipe “Xote Bom” e convida para uma viagem cultural, que em poucos minutos passa por diferentes regiões, costumes e crenças através da música, da dança e das expressões artístico-culturais, todos unidos e embalados pelo xote da Falamansa.

O videoclipe tem direção de Gustavo Vargas e a história acontece em uma locação clandestina, onde um evento “proibido” de dança é realizado. Vários estilos são apresentados para uma bancada de jurados formada pelos integrantes da banda, Tato, Dezinho e Alemão que avaliam as performances criteriosamente.

Do cenário e figurinos clássicos e retrô, a roupas atuais, do ballet clássico ao tango, o maracatu e a dança do Leão Chinês, até a dançarina do ventre, todos se rendem ao xote, com direito a homenagem a Luiz Gonzaga, interpretado pelo sósia do artista, Lino de França.

Dançarinos de diversos gêneros como samba, tango, dança do ventre, ballet, entre outros, mostram suas habilidades e o principal, a interação entre as diferentes pessoas e culturas, comprovando a potência da dança como linguagem universal, capaz de unir as pessoas em uma expressão comum.

“Esse clipe é uma celebração à pluralidade e diversidade da cultura popular, a conexão que a dança e a música são capazes de criar entre as pessoas. O clima é de amizade e harmonia, foi muito divertido participar desde a concepção e ver o resultado, espero que as pessoas gostem e se divirtam com o trabalho”, ressalta Tato, vocalista da Falamansa.

Curiosidades e informações extras sobre o videoclipe

Com direção de Gustavo dos Santos Vargas o videoclipe “Xote Bom” foi gravado nos dias 15 e 16 de junho no Estúdio União Fraterna na Lapa em São Paulo, no elenco cerca de 16 dançarinos de diferentes gêneros – tango, samba, maracatu, ballet, dança do ventre, dança do Leão Chinês. Homenageou o xote e Luiz Gonzaga com a participação do sósia do artista, Lino de França. Os figurinos impecáveis trouxeram um pouco do estilo clássico das décadas de 60 e 70, que se misturaram ao estilo atual, bem como a ambientação, cenário e objetos de cena.

Breve histórico Falamansa

A Falamansa conquistou o país com sua música contagiante, o ritmo dançante do forró, do xote, do baião e a alegria das letras. A banda se reuniu em São Paulo no Festival de Música do Mackenzie em 1998, começou a se apresentar nas casas paulistanas e rapidamente conquistou o público jovem com o forró universitário e começou a escrever uma história de sucesso que se espalhou pelo Brasil e pelas gerações que lotam os shows e acompanham a banda em suas apresentações por todo o país. Tem formação original com os integrantes: Tato, vocalista da banda, Dezinho, no triângulo e percussão, Alemão, na zabumba, e Valdir do Acordeon.

Fonte: revistacircuito.com


Novo forró de Charles Theone conta com a participação de Santanna, o Cantador

 O single Flor que Bem-me-quer é a aposta junina do artista

Na voz de dois poetas, expoentes da cultura pernambucana, o single Flor que Bem-Me-Quer está disponível em todas as plataformas digitais. A canção interpretada pelo cantor e compositor Charles Theone, com a participação especial de Santanna, O Cantador, é de composição de Theone e Julio Moura. O trabalho também conta com uma versão em videoclipe no canal oficial do Youtube.

Flor que Bem-Me-Quer retrata o significado do amor por uma mulher, que pode ser comparado com grandes sensações proporcionadas por elementos da nossa natureza e até com símbolos de nossa cultura. A música chega como uma grande aposta de sucesso dos artistas, que muito se empenharam para apresentar uma sonoridade forte e rica em elementos rítmicos do forró, além de ter ainda a proximidade com o período junino.

“O lançamento dessa música virou a realização de um sonho. É de grande significado autoral, simbologia e parceria. Cantar ao lado do mestre Santanna me deixa cheio de alegria e motivação, por saber da aceitação do meu trabalho e do quanto tenho representado nossa cultura em Pernambuco, no Brasil e no mundo”, enfatiza Theone.

Para Santanna, cantar Flor que Bem-Me-Quer foi uma inspiração. “Eu cantei a música como se fosse minha, dando um toque na interpretação. Eu escolhi a música sem saber da autoria e fiquei ainda mais feliz por saber que é do próprio Charles. É uma parceria que tem tudo para dar certo”, completa o Cantador.

A produção musical ficou por conta de Charles Theone e Pablo Souza, e distribuição Believe Music, sob licença da SOMAX e Polydisc Music. Fotografias, produção e edição de vídeo, Endryo Amorim.

 

SOBRE CHARLES THEONE 

Nascido em Inajá, no Sertão Pernambucano, o cantor, ator, poeta, compositor e grande expoente da música Charles Theone, traz a sua musicalidade com uma mistura de regional e pop. Com uma assinatura própria, Theone imprime sua marca ao harmonizar com maestria ritmos globais como pop, rock, jazz, soul, folk, afro, latino, eletrônica, com ritmos locais como coco, xote, forró, baião, frevo, maracatu e poesia.

Sua carreira começou no Maracatu do Nação Camaleão, seguindo pelo Maracatu Nação Pernambuco, oportunidade que possibilitou passar por mais de 100 cidades no Velho Continente. Em carreira solo, morou no Rio de Janeiro, onde dividiu o palco com nomes consagrados da Música Popular Brasileira, como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Geraldo Azevedo e seu padrinho musical Alceu Valença.

Em Pernambuco, Theone é reconhecido como a nova geração da música popular, regional e nordestina. O cantor e poeta homenageou o Nordeste através da trilogia musical Forró Colorido, Vento Forte e Inajá Iê. Com a música “Forró Colorido”, foi campeão do prêmio de melhor show do 38º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Recife, PE). Também já recebeu o título de Embaixador Cultural concedido pela Prefeitura de Inajá-PE e Câmara de Vereadores.

Charles Theone é ainda reconhecido por ser autor da música Madalena Abençoar, em parceria com Roberto Chaves. A canção, recém-gravada por nomes como Margareth Menezes e Carlinhos Brown, é hino da Lavagem da Madalaine, tradicional festa que acontece todos os anos, em Paris.

 

 

João Lacerda lança CD em homenagem ao seu pai

 Álbum títulado  “João canta Genival Lacerda”,  é uma homenagem ao cantor e compositor Genival Lacerda, falecido em 2021.

A coletânea reúne 12 músicas que consagraram o forrozeiro irreverente que, em vida, conseguiu conquistar admiradores por  todo o Brasil. Na interpretação das músicas estão o próprio João Lacerda e grandes nomes da música nordestina: Jorge de Altinho, Luiz Caldas, Targino  Gondim, Flávio  Leandro, Silvério Pessoa entre outros. 

O CD completo estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 15 de abril.

 

Projeto João Canta Genival Lacerda e Convidados 2023

1 - Severina Xique Xique - João Lacerda 

2 - Quero Está com Você - Jorge de Altinho 

3 - Quem Dera - Targino Gondim 

4 - Rock do Jegue - Waldonys

5 - Toque Arrasta-pé - Assisão 

6 - Paraíba apaixonado - Adelmario Coelho 

7 - Mate o veio - Sandro Becker 

8 - Chevette da Menina - Luiz Caldas  

9 - Caldinho de Mocotó - Ninha da Bahia

10 - Tô te Amando - Flávio Leandro 

11 - Galeguim do zoi Azu - Fábio Carneirinho

12 - Gosto da Bicada / Que Malandro você - Silverio pessoa

 

Disponível para Download: 

https://www.suamusica.com.br/joaocantagenivallacerda

 

Flávio Leandro enaltece João Gomes


 "Os mares do mundo estão sendo preenchidos por grandes enchentes de sertões. O movimento das placas tectônicas das redes sociais geram abalos sísmicos de magnitudes inimagináveis, inconcebíveis. Os algoritmos cibernéticos, dos quais sou crítico, pela falta de transparência como são concebidos, assumiram o controle... Mas não posso negar que os sertões do mundo ganharam sua carta de alforria, através deles, deixando as capitais a ver navios, mostrando que elas são tão somente o ponto de convergência destes sertões. 

A roça impera, viaja horrores sem sair da roça... E tem seus condutores. Na música, em especial, a brasileira, o condutor desta viagem à terra prometida é o menino João Gomes, aqui de pertinho, de Serrita, no meu Pernambuco. 

Salve, João! 

Erra feio, quem o trata como fenômeno. João é um abalo sísmico, sem medida na escala richter. Parou Recife, com seu estrondo... E pararia qualquer grande centro do país.

Muita gente reclamou da ousadia de parar Recife, mas quantas vezes nossa amada capital já não foi parada, tristemente, pelas chuvas vindas de nuvens alimentadas por gestões fuleiras? E quantas vezes vários e vários artistas renomadamente grandes, não sonharam em parar Recife, a partir de seus shows e gravações neste mesmo marco zero? Mas quem parou, foi João. Simplesmente, João! E não parou por maldade, nem por querer, parou por que o sertão que carrega consigo ficou grande demais para a opulência majestosa de nossa "Veneza". Este mesmo sertão esquecido por muitos artistas que deixaram o sucesso lhes subir à cabeça, o egocentrismo lhes tornar párias. 

Não se abale com as críticas, João! Muitas delas, são por dor de cotovelo, ou por desconhecimento, ou por oportunismo sem reciprocidade, ou por maldade mesmo. Não se cobre por um cantar preciso e apurado, tendo sido você, puxado pelos braços da imediatez da Internet e trazido à velocidade da luz para abrilhantar com humanismo, humildade e empatia este mundo de medíocres! O mar virou sertão, acunhe, @joaogomescantor!"

Álbum "Chama Gente" da Casaca de Couro disponível nas plataformas digitais

 Produzido em 2021, através do Edital Lei Audir Blanc – FUNCAJU, o mais novo trabalho da CASACA DE COURO, álbum Chama Gente, já está disponível nas Plataformas Digitais. A produção e edição digital do Álbum ocorreu através da empresa BADALANDO PLAY. Acesse e baixe o novo álbum da CASACA DE COURO 

 

Ficha Técnica:

Voz principal: Joaquim Antonio e Lizete Feitosa

Voz backing: Fernanda Aquino

Acordeom: Patrick Fernande e Missinho do Acordeom

Violino: Eduardo Montesanto

Percussão: Bicó

Bateria: Odílio Saminêz

Guitarra: Davi Deivid

Contrabaixo: Emanuel Jorge

Direção, concepção e arranjos: Emanuel Jorge

Produção: Casaca de Couro Produções Artísticas

Arte encarte: Conceito Comunicação Integrada

Gravação e mix: Stúdio Waves

Técnico Mix: Kelvin Farias

 

"Na Festa de Mariana", novo EP do forrozeiro Washington Silva

 Washington Silva é Cantor e Compositor de Forró Pé de Serra, é filiado a UBC União Brasileira dos Compositores, e SINDIMUPE – Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de Pernambuco. Com mais de 30 anos atuando com música mais iniciou a carreira como cantor e compositor em 2018 gravando o 1º CD com 10 faixas – “Morena Cor de Jambo”, em 2021 gravou o 2º CD com 13 faixas – “Nossa Historia” e em 2022 grava esse mais novo trabalho CD “ Na Festa de Mariana”. Com musicas autorais e de compositores parceiros:

1 – Vixe Morena – Washinggton Silva

2 – Amor de Lua – Celso Luz

3 – Não Precisa Ser Perfeito – Washington Silva

4 – Quando eu te Vejo – Washington Silva

5 – Na Festa de Mariana – Washington Silva

6 – Aboio – Washington Silva

7 – Arrasta Pé da Lua – Celso Luz

Instagram – @cantorwashingtonsilva

Web.facebook.com/washingtonsilvaebanda

http://www.youtube.com/c/WashingtonSilvaoficial

e mail washjbs@yahoo.com.br

whatzapp 81-996448360

 

João Lacerda grava clipe com a participação do Mestre Gennaro

 O São João chega mais cedo na voz de João Lacerda.

Com o sucesso “De Olho Na Janela”, o cantor recebe o Mestre Gennaro que, com sua sanfona mágica, já fez dupla com grandes nomes, entre eles: Luiz Gonzaga e Zé Ramalho.

Numa sintonia única, João Lacerda e Mestre Gennaro, dão vida à canção de autoria de Mestre João Silva, compositor de sucessos como “Danado De Bom” e “Nem Se Despediu De Mim”.

A canção “De Olho Na Janela” já está disponível nas plataformas digitais.

 

Programa Pernambuco Cultural com Washington Silva e maestro Marcos FM

 Nesta semana, o Pernambuco Cultural prestigia dois verdadeiros patrimônios! O Forró, este super gênero, que agrupa ritmos como o baião, o xote e o xaxado, que Luiz Gonzaga tanto fazia bem, o Forró Gonzagueano, declarado Patrimônio Imaterial Brasileiro! E o Frevo, nosso estandarte da folia de grandes carnavais de rua, e expressão tão pura da nossa cultura Pernambucana! Centenário e ao mesmo tempo inovador, um fervor de ritmo, gênero genuinamente nosso, reconhecido e consolidado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade!

 É sabendo de tudo isso, que Ivan Ferraz e Ruy Sarinho conversam com o cantor, compositor e forrozeiro, Washington Silva, que apresenta seu álbum “Nossa história”, tocando um forrozinho raiz, com sanfona, zabumba e triângulo, e letras carregadas de poesia.

 E, ainda embalado nas comemorações do Dia do Frevo, celebrado neste dia nove de fevereiro, o repórter Matheus Nascimento participa da edição, entrevistando o professor, pesquisador, músico, Maestro Marcos FM, que entende e estuda a fundo o gênero, sendo um dos autores do livro “Frevo, transformações ao longo do passo”, publicado pela Cepe Editora, escrito com Climério de Oliveira.

  É um casamento mais que perfeito! É forró + frevo! Só aumentar os pitocos e curtir essa verdadeira cerimônia da cultura de nosso Pernambuco, em mais uma edição do Pernambuco Cultural! 

*Texto: Matheus Nascimento, da Agência Rádio SEI de Notícias.  

Fulô de Mandacaru traz forró e emoção em "Boteco da Paixão"

 Nova faixa chega acompanhada de clipe no YouTube

 

A Banda Fulô de Mandacaru segue se destacando e conquistando o público forrozeiro. Agora, Armandinho do Acordeon, Pingo Barros e Tiago Muriê trazem mais um lançamento promissor para seu repertório: a faixa "Boteco da Paixão". Com a pegada autêntica, a música aborda o desejo de estar com a amada, oferecendo a mistura perfeita para quem quer dançar e se apaixonar.

O single já está disponível em todas as plataformas digitais, em mais uma parceria com a distribuidora Sua Música Digital. Composta por Pingo Barros, a nova música da banda carrega toda a emoção e o ritmo eletrizante do forró, que é marca registrada do grupo e continua conquistando multidões.

"Boteco da Paixão" fala de um homem apaixonado, que é encantado pelo sorriso e tudo da mulher amada. Ele a convida para dançar forró, mostrando seu desejo de ficar ao seu lado e dizendo que não consegue esquecê-la, pedindo para ela se aproximar.

Para completar a novidade, a música ganha um videoclipe exclusivo, disponível no canal oficial da banda no YouTube. O vídeo mostra a energia da banda, com uma produção que exibe tanto o talento vocal quanto a animação e performance da Fulô, convidando os fãs a entrarem nesse clima contagiante.

Assista ao videoclipe! 

 

Do nordeste para o mundo!

Formada em 2001 por Pingo Barros, Armandinho do Acordeon e um primo, a Fulô de Mandacaru começou a ganhar destaque no São João de Caruaru e em festas locais. Em 2004, a banda se apresentou no palco principal do São João de Caruaru, o que os projetou para o cenário nacional. No mesmo ano, com a saída de um integrante, Tiago Muriê se juntou ao grupo, completando o trio.

Em 2005, iniciaram sua carreira internacional com uma turnê na França e, desde então, viajaram por países como Portugal, Bélgica, Alemanha e Suíça, consolidando-se como uma das maiores bandas de forró do Brasil e do exterior.

A grande virada veio em 2016, quando venceram o programa Superstar (Globo), o que impulsionou ainda mais o grupo ao sucesso nas rádios, na TV e nas redes sociais. O DVD "Somos Todos Fulô de Mandacaru", lançado pela Som Livre, foi um marco, destacando a energia e o carisma da banda, que continua levando o forró e a cultura nordestina para o mundo.

Coco de Fulô lança EP com som inovador e raízes tradicionais em Nazaré da Mata



 O grupo Coco de Fulô lança seu primeiro EP, “Coco de Fulô: O Coco Rural”, com cinco faixas e seu primeiro videoclipe. As músicas “Cana de Santa Fé”, “O Trem”, “Canoeiro”, “Cadê Mariquinha?” e “Cana Adubada” formam a essência do projeto, que celebra a alegria do coco rural com uma sonoridade única e inovadora, misturando raízes tradicionais com uma estética distorcida. Trabalho original e envolvente que merece ser escutado em todo o Brasil.

Coco de Fulô mantém viva a tradição da Mata Norte de Pernambuco. Expressa a cultura do trabalhador do campo e dos canaviais da região inspirado no cenário rural. O grupo traz a musicalidade dos terreiros e engenhos de cana-de-açúcar, onde a ancestralidade se revela nos ritmos e poesias da cultura canavieira.

O EP é encabeçado por Ricco Serafim, mestre brincante, músico e pesquisador com mais de 20 anos de atuação nas manifestações culturais da Mata Norte pernambucana. O videoclipe, “Cana de Santa Fé”, foi gravado no Engenho Santa Fé e valoriza a tradição do coco rural da Zona da Mata Norte de Pernambuco, com versos, rimas e um visual vibrante que traduz a riqueza da região, além da utilização de instrumentos típicos do coco de roda.

Neste trabalho, o público é convidado a ouvir a fusão do coco rural com uma sonoridade distorcida, criando uma identidade musical inédita. Trombone, trompete e saxofone dialogam com o bombinho, caixa e mineiro, misturando-se às cores e à alegria do coco rural.

A quinta faixa do EP, “Cana Adubada”, conta com a participação especial de Buguinha Dub, um dos principais produtores da música independente no Brasil, conhecido pela arte do dub. Com arranjos que destacam a oralidade e poesia, essa faixa expressa a essência do Coco de Fulô.

Produzido com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), através da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, o EP busca eternizar não só a imagem, mas também a história e as tradições do coco rural. Coco de Fulô transcende as fronteiras da Mata Norte e mostra ao Brasil e ao mundo uma expressão sincera da região, que é berço de grandes cantadores e poesia, indo além do maracatu e da ciranda.

O lançamento está marcado para o dia 30 de novembro em todas as plataformas digitais. A escolha do mês da Consciência Negra ressoa com o propósito do grupo. O coco, expressão musical nascida nas senzalas pernambucanas, conecta passado e presente em um som que é, ao mesmo tempo, raiz e renovação.

 

EP COCO RURAL:

Diretor Musical: Ricco Serafim

Produtor Musical: Guilherme Otávio

Direção Artística: Érika Waléria

Mixagem e Masterização: Buguinha Dub

Técnico de Imagens: Paulinho Matos

 

Músicos:

Ricco Serafim

Voz

 

Guilherme Otávio

Trompete e Caixa

 

Karine Alves

Trombone baixo e Trombone tenor

 

Luciano Ramos

Sax tenor

 

Alberico Silva

Alfaia e bombinho.

 

Willinton Gomes

Caixa

 

Luciel ramos

Ganzar

Guilherme Henrique

Trombone baixo e Trombone tenor

 

Leandro Gervásio

Tuba

 

Josias Costa

Trombone tenor e segunda voz trombone

 

Beck vocal: Guilherme Otavio, Willy Peixe, Ricco Serafim.

 

Foto: Hugo Muniz

 

ELENCO:

Ricco Serafim

Guilherme Otávio

Luciano Ramos

Alberico Silva

João Henrique

Alisson Rodrigues

Estefânia Cristina

Girlane Mota

Mharlon Calisto

Mizael Souza

Falamansa lança o audiovisual “Universos - Ao Vivo” com participações especiais

 A Falamansa comemora a sua fase mais vibrante com o lançamento do audiovisual “Universos”, gravado ao vivo em Belo Horizonte, com os clássicos da Falamansa e novas canções interpretados pela banda e convidados especiais em uma noite iluminada e colorida. O projeto “Universos” contempla quatro lançamentos, com o total de 22 músicas, incluindo medleys e inéditas; com start agora em novembro e novidades até 2026. Este primeiro lançamento está muito especial e traz as canções: “Oh Chuva” com feat de Marcelo Falcão, “Um dia Perfeito”, “Aloha / Segue a Vida”, “Xote da Alegria”, “Me ama” com feat de Maneva e “Cem anos”.

Ouça e assista "Oh Chuva" - feat Marcelo Falcão na sequência, a partir de 2025 estão previstos os outros lançamentos que contam com participações especiais de Vitor Kley e música inédita com feat de Big Up, além de outras canções em audiovisual.

 

O projeto “Universos” se iniciou em 2022 com canções inéditas gravadas com parcerias de artistas nacionais de diferentes segmentos musicais, “Cangaceira”, contou com a participação da cantora Iza, o videoclipe que homenageia a região nordeste do país, e mistura forró com trap, já foi visto por mais de 5 milhões de pessoas. “Aloha”, com feat de Natiruts também foi lançada neste mesmo ano. Em 2023 encerrou o ano com a música “Sete Simpatias Pra Ganhar o Seu Amor”, trazendo as crenças populares junto com o cantor Saulo, a música conquistou primeiro lugar nas rádios brasileiras no seguimento de forró e 20ª colocação geral, se destacando também nas plataformas digitais de música. Em 2024 lançou a canção “Me Ama”, com a participação especial do Maneva. E agora, o lançamento do audiovisual abraça um projeto que trouxe renovação à Falamansa.

“Estamos muito felizes com o lançamento deste trabalho que significa a renovação da Falamansa diante do cenário musical. Teremos novidades e lançamentos até 2026 com músicas que fizeram parte da nossa trajetória, canções novas e mais participações especiais”, conta Tato, vocalista da Falamansa.

Histórico

A Banda Falamansa tem 26 anos de história com a mesma formação – é comandada por Tato nos vocais, Dezinho no triângulo e percussão, Alemão na zabumba e Valdir no acordeão. E não é só a formação que permanece original – o propósito da banda também permeia esses anos de carreira – sempre buscando levar ao público músicas com a identidade da banda – o forró, o baião, o xote e as letras que falam de amor, fé, alegria, amizade. A Falamansa se reinventa e mistura gêneros musicais com projetos de colaboração com artistas nacionais de diferentes segmentos da música.

A Falamansa imprimi seu estilo autêntico em shows pelo país afora, levando alegria, musicalidade, a potência das canções autorais. Gravou 12 álbuns, entre CDs e DVDs, o primeiro deles – “Deixa Entrar” ganhou disco de diamante em 2000 e o hit “Xote dos Milagres”, foi um divisor de águas na carreira do grupo que alcançou destaque nacional. No ano seguinte, 2001 o disco de estúdio “Essa é pra Vocês” arrebatou o disco de ouro.

Em 2005 chegou às lojas o CD e DVD MTV ao vivo. O material, gravado na Via Funchal, em São Paulo, contou com a participação de nomes como Dominguinhos, em "Sete Meninas" e "Forró do Bole Bole"; Zeider, do Planta & Raiz, em "Gotas de Amor"; e os Meninos do Morumbi, em "Homem de Aço". Além de grandes sucessos da carreira, o trabalho trouxe faixas inéditas.

Em 2014 o grupo viveu mais um momento marcante em sua trajetória, o álbum “Amigo Velho” ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras.

As músicas da banda fizeram parte da trilha sonora de diversas novelas como “O Clone” e “Malhação” na Rede Globo, “Amor e Ódio” e “Ribeirão do Tempo”, na TV Record, a série “Patrulha Salvadora” e “As Aventuras de Poliana”, no SBT. A banda tem destaque constante na mídia, participando dos principais programas de entretenimento da TV brasileira e, também, colunas em importantes veículos impressos e na internet.

Em 2018 o grupo se reuniu com os fãs, familiares e amigos que fazem parte da história no Espírito Santo e gravou o DVD Falamansa – 20 Anos Ao vivo – Em Itaúnas com os maiores sucessos da banda.

A Falamansa desenvolve um trabalho criativo audiovisual, videoclipes divertidos e emocionantes que, muitas vezes, incluem os fãs, amigos, artistas – o grupo gosta de utilizar as redes sociais para a comunicação constante com os fãs. Lançou em 2021 um EP com canções inéditas, todas com videoclipes: “O Amor Que Tudo Pode”, “O Som da Felicidade”, “Não Desista Agora”, e “Valeu”, com participação de Peixelétrico, dando início a mais um projeto de parcerias com grandes artistas nacionais de diferentes estilos musicais. Dando seguimento às canções inéditas com parcerias, lançou o EP “Universos”, com participação de Iza, Natiruts, Saulo, Maneva.

Neste ano, a Falamansa ganhou o Prêmio da Música Brasileira 2024, vencendo a categoria de Melhor Banda Regional.

 Falamansa tem como referências na música, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, os trios de forró como Virgulino, Nordestino, Os 3 do Nordeste, os grandes mestres que levaram o forró para a MPB como Gil, Caetano, Elba, Alceu e Zé Ramalho e aqueles que usam da música para passar boas mensagens como Bob Dylan, Bob Marley, Gonzaguinha, entre outros.

Os shows da Falamansa são repletos de sucessos, no repertório não pode faltar “Avisa”, “Xote dos Milagres”, “Rindo à Toa”, “Xote da Alegria”, “Oh, Chuva”, “Medo do Escuro”, “Amigo Velho”, “Confidências”, “O Amor que Tudo Pode”, “O Som da Felicidade”, “Cangaceira”, “Me Ama”, entre outras. A banda hoje é reconhecida por levar uma mensagem otimista em relação à vida, de maneira leve e divertida fala de amor, amizade, superação e tem orgulho de ter uma discografia que embala gerações.

Falamansa para ninar...

A Falamansa acompanha gerações e recentemente pais e mães viralizaram nas redes sociais Instagram e TikTok ninando os bebês ao som de “Xote dos Milagres” e “Xote da Alegria”, comprovando que o resultado é imediato – eles param de chorar e dormem na hora.

Para a Falamansa isso não é novidade, pois ouviram várias vezes de pais que colocavam suas músicas para ninar os filhos, porém Tato ressalta que é uma alegria imensa ver como as músicas da banda fazem parte da vida das famílias, de uma forma tão alegre. “É muito legal ver esses vídeos com o nosso som, nós fazemos músicas para todos e nos divertimos muitos com as histórias”, brinca ele.